# Blog DuGood: incentivo fiscal, ESG e impacto social

> O blog da DuGood reúne artigos práticos sobre leis de incentivo fiscal, sustentabilidade e ESG, certificações e normas ISO, boas práticas sociais e captação para ONGs. Cada tema tem uma trilha que vai de um guia rápido a um guia completo, sempre com as fontes oficiais.

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## Leis de incentivo

Doação incentivada, leis de incentivo fiscal, limites, prazos e boas práticas para empresas e pessoas físicas.

- [O que é doação incentivada? O guia de 5 minutos](https://dugood-parceiros.com.br/blog/o-que-e-doacao-incentivada.md) (Básico): Doação incentivada é quando uma empresa ou pessoa física direciona parte do imposto de renda que já pagaria para um projeto social aprovado pelo governo, como projetos de esporte, cultura, infância, pessoa idosa e saúde. O valor é abatido do imposto devido, dentro dos limites de cada lei.
- [Calendário da doação incentivada: o que fazer em cada época do ano](https://dugood-parceiros.com.br/blog/calendario-da-doacao-incentivada.md) (Básico): A doação incentivada funciona melhor quando é planejada ao longo do ano. Para empresas do lucro real, o aporte precisa ser feito dentro do período de apuração do imposto (em geral, até 31 de dezembro); para pessoas físicas, a maioria das doações também vence em dezembro, e algumas podem ser feitas na própria declaração.
- [FIA, Fundo do Idoso, PRONON e PRONAS: como destinar parte do IR](https://dugood-parceiros.com.br/blog/fundos-da-crianca-idoso-pronon-pronas.md) (Intermediário): Empresas do lucro real podem destinar até 1% do IRPJ devido a cada um destes mecanismos: Fundo da Infância e Adolescência (FIA), Fundo do Idoso, PRONON (oncologia) e PRONAS/PCD (pessoa com deficiência). Esses limites são próprios e não entram no teto de 4% da cultura. Pessoas físicas também podem destinar, inclusive direto na declaração para os fundos da criança e do idoso.
- [Lei de Incentivo ao Esporte para empresas: guia prático 2026](https://dugood-parceiros.com.br/blog/lei-de-incentivo-ao-esporte-para-empresas.md) (Intermediário): Empresas do lucro real podem deduzir do IRPJ até 2% do imposto devido com patrocínios e doações a projetos esportivos aprovados pelo Ministério do Esporte, ou até 4% em projetos de inclusão social. A Lei Complementar 222/2025 tornou a lei permanente e eleva o limite geral para 3% a partir de 2028.
- [Lei Rouanet para empresas: artigo 18, artigo 26 e o teto de 4%](https://dugood-parceiros.com.br/blog/lei-rouanet-para-empresas.md) (Intermediário): Pela Lei Rouanet, empresas do lucro real podem deduzir do IRPJ patrocínios e doações a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura, dentro de um limite global de 4% do imposto devido, dividido com o audiovisual e o esporte de inclusão social. Nos projetos do artigo 18, a dedução é de 100% do valor; nos do artigo 26, de 40% (doação) ou 30% (patrocínio), e o valor também pode ser lançado como despesa operacional.
- [Guia completo: a estratégia de doação incentivada da sua empresa](https://dugood-parceiros.com.br/blog/guia-completo-estrategia-de-doacao-incentivada.md) (Avançado): Uma estratégia de doação incentivada bem feita começa pelo cálculo do potencial sobre o IRPJ devido, combina leis com limites próprios (esporte, cultura, fundos da criança e do idoso, saúde), define critérios de escolha dos projetos e cria uma rotina de governança, documentação e comunicação. Combinando todas as leis, o potencial pode chegar a cerca de 10% do IRPJ devido.

## Para ONGs

Captação de recursos, projetos incentivados e transparência para organizações sociais.

- [Como escolher uma ONG para apoiar: checklist de transparência](https://dugood-parceiros.com.br/blog/como-escolher-uma-ong-para-apoiar.md) (Básico): Antes de apoiar uma ONG, vale checar sete pontos: CNPJ ativo, tempo de atuação, documentos institucionais, transparência sobre o uso dos recursos, resultados mensuráveis, governança e canais de contato. A maioria dessas informações é pública e pode ser conferida em poucos minutos.
- [Doação mensal: como a ONG conquista e mantém doadores recorrentes](https://dugood-parceiros.com.br/blog/doadores-recorrentes-para-ongs.md) (Intermediário): Doadores recorrentes dão previsibilidade à ONG. Para conquistá-los, a organização precisa de um pedido claro e concreto, um caminho fácil para doar todo mês, atualizações frequentes sobre o impacto e um cuidado especial com o agradecimento e com os motivos de cancelamento.
- [Como uma ONG aprova um projeto na Lei de Incentivo ao Esporte](https://dugood-parceiros.com.br/blog/como-aprovar-projeto-na-lei-de-incentivo-ao-esporte.md) (Avançado): Para captar pela Lei de Incentivo ao Esporte, a organização se cadastra como proponente no sistema do Ministério do Esporte, submete o projeto dentro do prazo anual, aguarda a análise e, depois de aprovado, capta recursos de empresas e pessoas físicas em conta específica do projeto, prestando contas ao final. Em 2026, novas regras organizaram os projetos em três manifestações, com limites de captação próprios.

## Sustentabilidade

Práticas ambientais e ESG para empresas de todos os tamanhos, do primeiro passo ao relatório.

- [12 práticas de sustentabilidade para pequenas e médias empresas](https://dugood-parceiros.com.br/blog/12-praticas-de-sustentabilidade-para-pequenas-empresas.md) (Básico): Sustentabilidade não começa com relatório: começa com práticas simples de energia, água, resíduos, compras, cuidado com as pessoas e apoio à comunidade. Este roteiro reúne 12 ações de baixo custo que pequenas e médias empresas podem adotar já, muitas delas com economia financeira.
- [ESG sem complicação: o que é, por onde começar e como reportar](https://dugood-parceiros.com.br/blog/esg-sem-complicacao.md) (Intermediário): ESG reúne práticas ambientais, sociais e de governança que mostram como a empresa gera e protege valor no longo prazo. O caminho começa por um diagnóstico dos temas materiais, segue com metas e indicadores e termina no relato, em geral com os padrões GRI. Desde a Resolução CVM 244/2026, o relato pelos padrões IFRS S1 e S2 é voluntário para as companhias abertas brasileiras.
- [Inventário de emissões de gases de efeito estufa: guia passo a passo](https://dugood-parceiros.com.br/blog/inventario-de-emissoes-passo-a-passo.md) (Avançado): O inventário de emissões mede, em toneladas de CO₂ equivalente, os gases de efeito estufa que a empresa emite direta e indiretamente, organizados em escopos 1, 2 e 3 pela metodologia do GHG Protocol. No Brasil, o Programa Brasileiro GHG Protocol, da FGV, oferece ferramenta e registro público, e a Lei 15.042/2024 criou o mercado de carbono regulado (SBCE), que vai exigir relato de quem emite mais de 10 mil tCO₂e por ano.

## Boas práticas sociais

Voluntariado, apoio a ONGs e investimento social privado feitos do jeito certo.

- [Como organizar um evento beneficente: checklist do começo ao fim](https://dugood-parceiros.com.br/blog/como-organizar-um-evento-beneficente.md) (Básico): Um evento beneficente bem organizado começa pela escolha de uma ONG de confiança e de um objetivo claro de arrecadação, passa por inscrições simples e transparentes, uma divulgação planejada e uma operação segura no dia, e termina com o relato do resultado para participantes e apoiadores.
- [Doação, patrocínio ou incentivo fiscal: qual a diferença?](https://dugood-parceiros.com.br/blog/doacao-patrocinio-incentivo-qual-a-diferenca.md) (Básico): Na doação, a empresa apoia uma causa sem esperar contrapartida; no patrocínio, apoia e recebe divulgação da marca; e o incentivo fiscal é o mecanismo legal que permite abater do imposto de renda parte das doações e patrocínios feitos a projetos aprovados. Uma mesma ação pode combinar mais de uma dessas formas.
- [Voluntariado corporativo: como estruturar um programa que funciona](https://dugood-parceiros.com.br/blog/voluntariado-corporativo.md) (Intermediário): Um programa de voluntariado corporativo funciona quando nasce de uma causa alinhada à empresa e às pessoas, tem formatos variados de participação, parceria com organizações sociais sérias e indicadores simples de resultado. No Brasil, a Lei 9.608/1998 define o serviço voluntário e prevê o termo de adesão entre a organização e o voluntário.

## Certificações e ISOs

Normas ISO, selos e certificações de sustentabilidade e impacto social: o que cada um cobre e como obter.

- [ISOs de sustentabilidade e responsabilidade social: qual é qual](https://dugood-parceiros.com.br/blog/isos-de-sustentabilidade-e-responsabilidade-social.md) (Intermediário): As normas ISO mais ligadas à sustentabilidade cobrem gestão ambiental (ISO 14001), saúde e segurança no trabalho (ISO 45001), antissuborno (ISO 37001) e energia (ISO 50001), todas certificáveis. Já a ISO 26000 (responsabilidade social) e a ISO 20400 (compras sustentáveis) são diretrizes e não têm certificação. A ISO 14001 ganhou nova versão em abril de 2026, com transição até 2029.
- [Empresa B, GPTW e Empresa Amiga da Criança: selos de impacto social](https://dugood-parceiros.com.br/blog/selos-e-certificacoes-de-impacto-social.md) (Intermediário): Selos como a certificação B Corp (Empresa B), o GPTW e o Selo Empresa Amiga da Criança reconhecem práticas sociais e ambientais das empresas, cada um com foco e processo próprios. Em 2026, a certificação B Corp passou a exigir requisitos mínimos em vários temas de impacto, no lugar da pontuação mínima de 80 pontos.
